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Esta altura das festas irrita-me pelo exagero.

 

Mandam sms e emails iguais para toda a gente. Até para pessoas com quem não falam a meses (ou a um ano até).

 

E fazem-se promessas. Porque para o ano é que é. E balanços, muito balanços se faz nesta altura.

 

Mas porque será que só pensam nisto nesta altura?

 

Ah, porque o Natal é para a família, é amor, é para se estar com as pessoas de quem se gosta. Tretas. Contam-se pelos dedos de uma mão, as pessoas que estão com quem REALMENTE gostariam de estar nesses dias.

 

Ah, porque é no final do ano que se faz o balanço do que correu mal ou bem e se define como vai ser no próximo. Ouçam lá, não era melhor fazerem umas avaliaçõezinhas a meio do ano, para irem percebendo como a coisa está a correr??? Não façam promessas, tracem objectivos, com metas. E vão monitorizando. Já que fazem tanta questão dessas coisas.

 

Não me interpretem mal. Eu também gosto destas coisas. Também gosto das festas. Do Natal. De falar com as pessoas de quem gosto, de oferecer presentes. De fazer os meus balanços pessoais do ano que transita.

 

É o exagero que me irrita. O não olhar a quem, nem a como, nem a quando.

 

Posto isto. Não faço promessas. Faço o meu balanço, que é pessoal e intransmissível.

 

Mas também não defino objectivos. Sei o quero, resta saber se conseguirei ter os meios para o alcançar.

 

Mas uma coisa tenho que fazer. Agradecer a cada uma das pessoas que permitiu que este meu ano, fosse o melhor dos últimos. São pessoas que estão comigo todos os dias, presencialmente ou não. Alguns amigos, alguns familiares. Mas pessoas que eu sei que gostam verdadeiramente de mim e dos meus. E pessoas com quem eu gosto de partilhar o meu dia a dia, seja ele bom ou mau.

 

[Obs.: Este não é um texto só de mau feito. Um BOM ANO para todos. E um muito obrigado a todos os que lêem estes meus desabafos e algumas palermices]

 

Venha 2017. Iupiiiii... 

 

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E pronto...

por Ana, em 30.12.16

Já passou o Natal.

Já passou o aniversário da miúda.

Já passaram as férias.

E cá estamos de volta para o início de mais um ano.

Se for tão bom como o de 2016, já não é mau.

2017, estou pronta para te receber.

 

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Coisas da miúda #29

por Ana, em 30.12.16

Eu: “é sempre a mesma coisa M.. Eu a arrumar a casa e tu sempre a desarrumar”

Miúda: “sempre não, porque às vezes eu estou na escola”

 

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Em 4 anos foste...

por Ana, em 29.12.16

De chorar compulsivamente para toda a gente que não fosse do teu circulo diário de convivência

A

Falas a toda a gente. Perguntas tudo e mais alguma coisa. Fazes a festa onde estás. Ris. Brincas. Cantas. Danças. Num nível de independência em relação a MIM que me deixa ??? (nem sei o quê)

 

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Conversamos com a miúda, sobre a possibilidade de ela escolher alguns dos seus brinquedos, para dar a outros meninos que não tenham brinquedos.

 

Inicialmente, recusou. A ideia tem vindo a ser trabalhada com ela. E agora já começou a ceder. Mas ontem conversamos sobre isso e a força e certeza com que ela disse esta frase deixou-me pensativa. Diz ela “mas todos os meninos têm brinquedos”. E nós dissemos que infelizmente não era bem assim, que havia meninos que não tinham.

 

Mas ela continuava firme na sua ideia, defendendo a sua tese, como se eu e o pai estivéssemos a dizer a coisa mais estapafúrdia que possa existir. Diz ela: “têm sim, eu tenho certeza que tenho razão”. Infelizmente não tens filha.

 

E uma pessoa põe-se a pensar. De facto é extraordinário que ela o sinta desta forma. Porque para ela (e não devia ser sempre assim?!, claro que sim, concordamos todos) a ideia de existirem crianças que não tenham brinquedos, é algo completamente inexistente. [Até mais, do que a lua e o sol, irem dormir enquanto o outro fica acordado a tomar conta do céu.]

 

Mas depois, pensas “pois, mas ensinar também é isto - ensinar, mostrar, revelar a realidade”. Não concordo nada em leva-la a um sítio onde ela possa ver isso com os próprios olhos. [Mais tarde, talvez].

 

Mas também sei que, aos poucos, com um discurso que ela entende, temos de lhe explicar (para já acho que é só mesmo “referir”) essa realidade.

 

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