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Cá coisas minhas

Este é o meu blog. Onde falo sobre múltiplas coisas. As coisas que me vêem a cabeça.

Cá coisas minhas

Este é o meu blog. Onde falo sobre múltiplas coisas. As coisas que me vêem a cabeça.

28
Jul17

Quarteto 1126 | Todo o mundo e ninguém

Ana

Não consigo parar de ouvir isto.

Ouvi ontem pela primeira vez. Fica colado ao ouvido. 

Todas aquelas palavrinhas mexeram comigo.

Vai daí, fui investigar. 

Aqui, composta e cantada por José Cid e Tozé Brito.

Mas a letra vem de Gil Vicente, no "Auto da Lusitânia".

 

"(...) O autor deu o nome de Todo o Mundo e Ninguém às suas personagens principais desta cena. Pretendeu com isso fazer humor, caracterizando o rico mercador, cheio de ganância, vaidade, petulância, como se ele representasse a maioria das pessoas na terra (todo o mundo). E atribuindo ao pobre, virtuoso, modesto, o nome de Ninguém, para demonstrar que praticamente ninguém é assim no mundo.

"Todo o Mundo" era um rico mercador, e "Ninguém", um homem pobre. Belzebu e Dinato tecem comentários espirituosos, fazem trocadilhos, procurando evidenciar temas ligados à verdade, à cobiça, à vaidade, à virtude e à honra dos homens. " - informação recolhida aqui

Os trocadilhos são brilhantes.

Ouçam e leiam. Vão gostar.

 

 

 

25
Jul17

37 coisas que aprendi nestes 37 anos

Ana

Hoje faço 37 anos.

E estas são as (parte das) 37 coisas que aprendi nestes 37 anos.

[Eu sei que é muito. Estou curiosa para saber se alguém vai ler isto até ao fim. Em minha defesa posso dizer apenas que fui sucinta]

1 - A andar

2 - A comer e beber

3 - A fazer a minha higiene

4 - A brincar

5 - A andar

6 - A ler e escrever

7 - A fazer amizades

8 - A desiludir-me com as pessoas

9 - Não vale a pena o que os outros dizem, quando tu não queres ouvir

10 - Aprender com os meus próprios erros

11 - Que tenho uma excelente cabecinha, e não me deixo influenciar por opiniões alheias (mesmo que não o demonstre)

12 - Só fica, quem era para ficar

13 - A selecionar as pessoas de quem quero ouvir conselhos

14 - Muitas vezes as pessoas falam de cor, sem saber propriamente o que estão a dizer

15 - A fechar mais vezes a boca. Às vezes a melhor coisa a fazer é ficar mesmo calada

16 - A maquilhar-me

17 - A conduzir

18 - A ouvir

19 - A cozinhar

20 - A andar de bicicleta (mas já “desaprendi”)

21 - A “aguentar-me” quando não há outra solução

22 - A ter que arranjar outra solução, quando a primeira parecia a única

23 - A sofrer menos por antecipação (ainda tenho que trabalhar melhor isto)

24 - A perceber que às vezes, foi apenas o meu stress que “estragou” tudo

25 - A rir de mim própria

26 - Mais caminhos para chegar ao mesmo sítio (fruto de me enganar tantas vezes no percurso)

27 - Não é o sonho que comanda a vida, mas sim as tuas acções

28 - Nem sempre as pessoas são aquilo que parecem

29 - A ser mãe

30 - A ser companheira

31 - A nunca mais dizer “nunca” (Acabei de o fazer...Eheheheh)

32 - Muitas vezes, as coisas decidem-se por si

33 - A agir mais de acordo com aquilo que penso, em vez daquilo que parece bem aos outros

34 - Um amigo não é aquele que existe para partilhar bons momentos. É para os bons, para os maus, para as rotinas do dia a dia. Para te chamar à razão. Para rir. Para chorar. Para te vangloriares. E para te queixares.

35 - Que vou saltando de barreira em barreira, às vezes de forma perfeita, e muitas vezes, batendo com o pé na barreira, caindo, perdendo, chorando, sendo “desclassificada”

36 - A perceber que não tenho que fazer/resolver/sentir tudo sozinha

37 - A aprender comigo própria. Em vez de ficar irritada comigo mesmo numa dada altura por ter agido de determinada forma, já consigo pensar “está feito, está feito”. Compreender onde falhei e aceitar que de futuro será diferente.

 

Acima de tudo, aprendi que estou sempre a aprender. Que não sei tudo. Que não consigo tudo. E que não tenho sempre razão. Mas que me aguento em tudo, em que é necessário me aguentar.



24
Jul17

10 Coisas que Adoro no Verão #01

Ana

pixiz-24-07-2017-13-42-29.jpg

 

Adoro.

Enquanto que no Inverno se chego a casa depois das 19h, começo logo a entrar em stress para despachar tudo, com os dias maiores, nem olho para as horas. Tudo flui mais depressa.

Além disso, apesar de ainda ser escuro quando começo a correr (quem me manda ser madrugadora), rapidamente começa a amanhecer e já não preciso ir de lanterna e camisolas reflectoras.

 

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