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Assim que iniciei a leitura, percebi que me ia divertir com este livro. E de facto, já me ri.

Mas o livro não é só comédia. O tom sarcástico da personagem é engraçado. Mas a história da personagem é a história de muitas. Não exactamente igual à da personagem, porque nem todas somos esposas de maridos ricos e fazemos da nossa vida apenas cuidar do marido e filhas. Mas a questão é que grande parte de nós, trabalha, e trata da casa, das contas, do marido, dos filhos, da roupa para lavar e passar, do que fazer para o jantar, de pensar em actividades para fazer com as crianças.

É extenuante.

Como é que conseguimos fazer tanta coisa e ainda tratarmos de nós? É aí que quero chegar. É isso que estou sentir com a leitura do livro. Porque é que isto tudo é “naturalmente” exigido às mulheres? Porque é que se exige que as mulheres façam isto tudo, e tenham carreiras brilhantes, aspectos magníficos e sorrisos para todos. E paciência para lidar com tudo e com todos.

E por vocês próprias, o que têm feito?

Sim, bem sei que haverá quem se realize com o sorriso dos filhos, com o sucesso profissional, com a cozinha limpa e os armários da roupa todos organizadinhos. Mas e mais? Mais? Centrada em apenas em nós?

Reflictam lá nesta questão: Que tempo é que tenho verdadeiramente dedicado a mim própria?

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