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Quarteto 1126 | Todo o mundo e ninguém

por Cá coisas minhas, em 28.07.17

Não consigo parar de ouvir isto.

Ouvi ontem pela primeira vez. Fica colado ao ouvido. 

Todas aquelas palavrinhas mexeram comigo.

Vai daí, fui investigar. 

Aqui, composta e cantada por José Cid e Tozé Brito.

Mas a letra vem de Gil Vicente, no "Auto da Lusitânia".

 

"(...) O autor deu o nome de Todo o Mundo e Ninguém às suas personagens principais desta cena. Pretendeu com isso fazer humor, caracterizando o rico mercador, cheio de ganância, vaidade, petulância, como se ele representasse a maioria das pessoas na terra (todo o mundo). E atribuindo ao pobre, virtuoso, modesto, o nome de Ninguém, para demonstrar que praticamente ninguém é assim no mundo.

"Todo o Mundo" era um rico mercador, e "Ninguém", um homem pobre. Belzebu e Dinato tecem comentários espirituosos, fazem trocadilhos, procurando evidenciar temas ligados à verdade, à cobiça, à vaidade, à virtude e à honra dos homens. " - informação recolhida aqui

Os trocadilhos são brilhantes.

Ouçam e leiam. Vão gostar.

 

 

 

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