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Cá coisas minhas

Este é o meu blog. Um blog generalista, onde falo sobre as minhas coisas. As coisas que me vêm à cabeça.

Cá coisas minhas

Este é o meu blog. Um blog generalista, onde falo sobre as minhas coisas. As coisas que me vêm à cabeça.

17
Jun16

Sou o pesadelo da minha filha...

A miúda chora durante a noite e percebi que era um pesadelo, pois nem acordou.

De manhã diz-me. “Sabes porque eu estava a chorar mãe?”

Então, entre todas as coisas que ela foi dizendo o que eu percebi foi: a mãe estava na televisão com um colar que tinha um lenço preto, a cantar uma música que teria na letra algo relacionado com perfume. Conclusão: a ideia de ver a mãe a cantar na televisão é algo muito tenebroso para a ela, de tal forma que mesmo a contar-me ainda lhe tremia a voz.

[Não, isto não aconteceu e nem vai acontecer. Fiquem descansadinhos]

 

17
Jun16

Não seria suposto estarmos mais tolerantes?

Vivemos num mundo globalizado. Onde todas as culturas, religiões, ideologias, etc, coexistem tão perto umas das outras. Não seria suposto aceitarmos as diferenças, viver com elas?

Lado a lado, desde muito cedo, habituam-nos a estar com crianças/jovens/adultos diferentes de nós, seja na cor de pele, nas roupas que vestem, no sotaque da voz, nas crenças, nos hábitos.

Na escola ensinamos isso mesmo. Falamos da globalização. Da interdependência que existe entre países, pessoas, empresas.

Vamos a um centro comercial ou a um supermercado, e encontramos todo o tipo de comidas, vindas de várias partes do mundo.

A internet aproxima o mundo. Torna tudo conhecido aos olhos de todos.

E depois isto???? Cada vez mais isto? Este horror. Estes ataques, só porque não pensam da mesma forma. Já não são só os ataques vindos de fora. Ou serão esses ataques vindos de fora, que levam a estes medos irracionais do diferente, a este crescimento dos nacionalismos extremos? É com isto que vamos matar esta sociedade que tanto trabalho nos deu a criar, assente na igualdade, na fraternidade.

Não temos que ser todos iguais. E é normal que nos sintamos inseguros, face aos desenvolvimentos dos últimos tempos. Mas não façamos o que eles querem. Não nos ataquemos uns aos outros.