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A aldeia onde eu vivo #09

por Ana, em 17.04.17

Viver na aldeia é muito bom. Já o disse aqui várias vezes.

Mas…

Só porque tenho carro.

O meu pregou-me uma partida e estive 2 dias à espera dele.

A sensação que se está presa é sufocante. Até podia nem querer ir a lado nenhum, mas só por saber que não podia ir, ui…

Então mas e não há transportes públicos?

Sim. 3 vezes ao dia. Se não te despachas a tempo daquele, só daí a 4h.

Então, e chamar um táxi?

Pois, mas e táxis a quererem lá ir? Estive mais de 1h a ligar para a central de táxis. [E lá consegui]

E isso leva-me novamente à velha questão. Porque insistem em afastar as pessoas? É que aquilo não é longe. É perto. Só é longe a pé.

E quem não tem carro? Como é que se desloca? Pois, não sei. Mas isto faz-me uma confusão tremenda.

Mas uma coisa que reparei, é que o que prevalece é um grande espírito de entreajuda. Porque, da oficina para casa, uma funcionária da oficina levou-me a casa. E se não conseguisse táxi para o ir buscar de volta, já tinha um vizinho a dizer que me levava lá.

 

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Coisas da miúda #40

por Ana, em 14.04.17

Não percebo, rapariga, onde é que tu foste buscar tanta “respinguice”

Resposta: “A lado nenhum mãe. Aprendi contigo.”

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Eu bem tento, mas…

por Ana, em 11.04.17

… a minha relação com plantas raramente acaba bem.

Quando comecei a viver com o meu marido, comprámos algumas plantas interiores.

Entretanto, adotamos um gato. De maneira que passávamos os nossos serões a dizer “sai dai…” Ora, já sabemos que os gatos são conhecidos pela sua teimosia, e obviamente ele não saía e não parava de escarafunchar. Às tantas as folhas começaram a desaparecer e as plantas morreram. Desistimos.

Mais tarde tentámos outra vez. Desta vez, com ervas aromáticas. Na cozinha. Pois, mas aí já tínhamos dois gatos. E nem as ervas aromáticas escaparam.

Este último Natal, pensei em fazer vasinhos com a miúda para ela oferecer aos tios e avós. Tulipas. As que sobraram, colocamos nós em vasos.

E depois, veio o cão. E claro que o cão, tinha que ir esgravatar a terra dos vasos das tulipas.

Os meses foram passando, e nada acontecia naqueles vasos. Só via terra. Entretanto, as outras começavam a dar o ar da sua graça.

No início do do mês de Março, as nossas também. Timidamente lá começou a brotar algo da terra. No fim de semana, já la estava uma bem bonita, mas com um pé pequeno. Achei que ainda não fazia sentido colher para por numa jarra.

Pois. Olha. Foi-se.

Uns dias depois olhei para ela, e a flor “puf”. Ou foi o vento. Ou foi o calor. Olhem, não sei. Vamos ver com as outras, mas já não tenho grandes esperanças.

 

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...

por Ana, em 10.04.17

Se é verdade que pensamentos positivos, trazem coisas positivas, também é verdade que quando mostras aos outros que apesar de tudo, estás a caminhar num bom caminho, há sempre um ou outro que fazem questão que fiques para trás.

A felicidade daqueles que espelham aquilo que nós queremos, doi não doi? Não, não dói. Não tem que doer. Porque se doer, não é dor. É outra coisa: suja, mesquinha e cuja palavra, nem ouso pronunciar.

 

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Coisas da miúda #39

por Ana, em 10.04.17

Há mais de um semana excitadíssima porque ia fazer uma corrida. E que ía ganhar. E que queria correr para a meta. E que estava a treinar. Assim que começou a caminhada: “Pai, deixa-me ir às cavalitas.” E lá andou o pai, mais de 4 km, com cerca de 16 kg às costas.

 

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Mais uma ficha, mais uma volta

por Ana, em 10.04.17

Bom, neste caso foram duas voltas. E que voltas senhores.

Ontem corri no Autódromo do Estoril - 1ª Corrida Rádio Comercial.

E foi duro. Foi realmente duro.

Foram 8,3 km. Duas voltas à pista do autódromo. E o problema é que o piso é duro, o calor era infernal com o sol a bater mesmo de frente, e ainda por cima a pista não é sempre plana. Há 3 subidas, duas das quais demoníacas, com curvas e contracurvas.

Ainda nem ¼ da prova tinha feito e já só pensava: “Eu devo ser é maluquinha. Porque é que eu me meti nisto. Eu não tenho preparação física para isto.”

Decidi pelo menos que não iria parar de correr, não na primeira volta. Na segunda volta logo se via. Lá me aguentei.

O mais difícil de correr nestes bocados difíceis, é saber que ainda vais passar por lá uma outra vez, e começas logo a pensar que não vais conseguir. Mas com alguma determinação, até se consegue. Lembro-me de uma altura ter começado a ficar mal disposta e pensei “é melhor ignorar, porque se paro, vomito-me já aqui toda”.

Quando terminei a primeira volta, pensei “Saio já ou não? Contínuo”. E continuei, até porque disse para comigo, pior do que tinha sido já não ia ser. Aceitei uma garrafa de água e continuei.

Mas as duas subidas demoníacas já foram metade a correr e a outra metade a andar. De resto, sempre a correr. O sol também foi diminuindo de intensidade, o que ajudou.

O que é certo é que cheguei ao fim. E atingi novo record pessoal - 8,3 km.

 

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Coisas que se dizem por aí #03

por Ana, em 07.04.17

 “Só dói nos primeiros trinta minutos”

Esta era uma frase que eu ouvia muitas vezes, antes de me meter nisto das corridas.

E eu pensava “hã.. hã…”

E olha, agora vos digo: é mesmo verdade.

Eheheheheh…



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Há dias...

por Ana, em 05.04.17

Em que só apetece baixar os braços, e dizer “acabou, não quero saber”.

Há dias…

Em que se instala em nós uma profunda tristeza, cansaço, melancolia. Nesses dias é difícil olhar para a frente. É difícil ver o copo meio cheio. É difícil aceitar o “pensa nas coisas boas que tens”.

Há dias…

Em que as lágrimas estão ali “na pontinha dos olhos” à espera de um qualquer momento para saltar.

Há dias…

Em que só apetece enfiar a cabeça dentro de um buraco e só sair quando “tudo passar”.

Há dias…

Em que é difícil dizeres a ti próprio “já evoluíste tanto”.

Há dias…

Em que questionas: “porque estou aqui?” “porque estou assim?

Há dias…

Em que não apetece dizer “está tudo bem” e fazer conversas do dia-a-dia.

Há dias em que o peso dos dias é tão pesado.

[Estes dias eram mais fáceis, quando era só eu. Quando não havia “responsabilidades”. Agora, nestes dias, a única coisa a fazer é ignorar que o dia está a acontecer e esperar que acabe depressa]

 

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A aldeia onde eu vivo #08

por Ana, em 05.04.17

Fui a uma feira lá perto. Comprei vários legumes e frutas numa das barraquinhas.

No final a senhora dá-me a conta.

IMG_20170404_100835.jpg

Isto é uma relíquia. Já não via “talões” de compras assim HÁ MUITO TEMPO.

 

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Coisas da miúda #38

por Ana, em 04.04.17

Num momento de zapping pela tv, paro naquele programa “Querido Comprei uma Casa”

A miúda resolve sentar-se ao pé de mim e ver também. E eis que diz: “eu quero uma casa com 4 quartos, 2 wc, uma cozinha grande, uma sala grande, uma piscina e assim um andar”

 

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