Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cá coisas minhas

Este é o meu blog. Onde falo sobre múltiplas coisas. As coisas que me vêem a cabeça.

Cá coisas minhas

Este é o meu blog. Onde falo sobre múltiplas coisas. As coisas que me vêem a cabeça.

21
Dez17

5 anos

Ana

5 anos de mãe.

5 anos de amor.

5 anos de aprendizagem.

5 anos de partilha.

5 anos de descoberta.

5 anos de olhos grandes.

5 anos de perguntas.

5 anos de abraços.

5 anos de beijos.

5 anos de "mãe és a minha preferida".

5 anos de "mas tu nunca me deixas fazer nada".

5 anos de ternura.

5 anos de eu a abrir muito os olhos.

5 anos de eu a respirar fundo tantas vezes.

5 anos de jogos.

5 anos de brincadeiras.

5 anos de conversas.

5 anos de filha.

 

A minha miúda hoje faz 5 anos. 

Há 5 anos a arrancar-me suspiros e risos.

Há 5 anos a deixar-me com os cabelos em pé.

Há 5 anos a amar-me e a deixar-se amar.

Há 5 anos em "sonhos de estrelas e sonhos cor-de-rosa".

19
Dez17

2017 - Um ano a correr

Ana

70 h a correr.

587 km.

 

 

 

2017, foi o ano em que corri.

Corri. 

Corri mesmo, no exato sentido da palavra.

Se alguma vez eu no dia 01 de janeiro de 2017 pensei que durante este ano fosse correr 21 km. Nunca.

Tudo começou no ano de 2016. 

Quando percebi que o único horário disponível para fazer exercício físico seria de manhã, antes de começar as rotinas diárias com a família.

Comecei por caminhar. Mas o frio era tanto, que comecei a correr.

Parei.

Desmotivei-me.

O percurso maior que devo ter feito foram cerca de 2 ou 3 km.

No final de 2016, mudei de zona de residência. Fui viver para o campo.

Em Fevereiro deste ano, voltei a correr.

Primeiro caminhar.

Depois correr.

Este ano não me desmotivei.

Antes pelo contrário.

Motivei-me.

Desafiei-me.

As paisagens são bonitas.

Há silêncio.

Ver o sol nascer enquanto corro.

Ver o por do sol enquanto corro.

Comecei a acordar as 6h30.

Dei por mim a acordar as 04h50.

Comecei a fazer percursos de 2 km.

Consegui fazer um percurso de 21 km.

De noite e de dia.

Com sol e com chuva.

Com frio e com calor.

Corri.

Este ano foi de uma grande transformação para mim.

A prova de que sou muito mais do que aquilo que imagino.

15
Dez17

Carta ao Pai Natal

Ana

Caro Pai Natal,

Serve a presente carta para fazer uma exposição contra algumas coisas que me estão a enervar um bocadinho.

 

Em primeiro lugar.

Arranje um telefone. E ande sempre com ele. O argumento que ao longo de quase 5 anos tenho vindo a utilizar com a minha filha “olha que eu ligo já ao Pai Natal…” já não está a surtir efeito pois ouço constantemente a resposta “o Pai Natal não tem telefone”. Por isso, é conveniente que passa a andar SEMPRE com um telemóvel consigo e que o mesmo seja VISÍVEL.

 

Segundo.

Quem é que o mandou confirmar diretamente com a miúda que ela vai receber um determinado presente??? Ela pediu-lhe UM. E o Sr. Pai Natal, disse que sim, sim senhora que já estava feito. E agora, como é que a pessoa descalça essa bota? [Por acaso, já descalcei, mas com muito esforço e pesquisa e imaginação. Quem tem que ter isso tudo é o Sr. Pai Natal, não eu]

 

Terceiro.

Faça qualquer coisa contra a publicidade de brinquedos no Natal. Peço-lhe por favor. Peço-lhe não. Exigo. A cada segundo, surge na cabeça da minha miúda um novo pedido. E depois eu vejo. E acho tudo tão giro, que por minha vontade vai tudo. A minha carteira é que não concorda nada.

 

Posto isto, a única forma de resolvermos estes litígios e eu não fazer queixa formal contra si é compensar-me. Sim, sim. Compensar-ME. E como? Segue abaixo uma lista de coisinhas que eu gostaria de receber ou que simplesmente acontecessem na minha vidinha. OK?

  • Roupa, Calçado e Acessórios. Eu sei que o Pai Natal conhece os meus gostos, por isso veja lá o que encontra por aí prontinho para me entregar.
  • Diminua a intensidade e ocorrência das birras da minha cria.
  • Faça o meu marido entender que eu não sou chatinha, eu faço é questão que tudo decorra conforme o planeado.
  • Elimine as pessoas chatas que andam à minha beira.
  • Dê-me discernimento para rir das coisinhas que me vão aparecendo e força muita força para lidar com outras tantas.
  • Mantenha aqueles de quem gosto felizes.
  • Aproxime-me mais e cada vez mais, de quem me traz conforto e me faz sentir EU.
  • Relembra-me TODOS OS DIAS, aquilo que é importante e abana-me quando estou a dar importância a coisas sem importância.

Acima de tudo, ajuda-me a manter a magia destes dias no brilho dos olhos da minha filha. Não me deixes perder a paciência e ir na onda daquilo que não me está a agradar. Tenho a certeza que isso fará de mim uma melhor pessoa [E só por isso, só por isso, não levarei as minhas queixas ao mais alto nível.]

 

Saudações natalícias,

Ana

 

14
Dez17

Sempre fui muito realista

Ana

A minha irmã tem menos 5 anos do que eu.

Um Natal..

[Não me lembro bem da nossa idade. Talvez eu pouco mais de 10 e ela menos 5]

Escrevia eu,

Um Natal, íamos a passear num centro comercial lá perto da nossa casa (as duas sozinhas, que isto antigamente podia andar-se a passear assim sem adultos) e o "Pai Natal" deu-nos rebuçados.

Não comi.

Não deixei a minha irmã comer.

"Porquê?", dizia ela.

"Porque não se aceita coisas de estranhos", respondo eu.

E ela, coitada "Mas é o Pai Natal"

E eu reforcei "Não se aceita coisas de estranhos"

Não comi.

E ela também não os comeu.

 

13
Dez17

Arco-íris

Ana

Hoje vimos um arco-íris.

Banalidade?!

Nem por isso.

Porque hoje vimos o arco-íris todo.

Do princípio ao fim.

A cara da miúda a dizer "uaauuuuuu" foi deliciosa.

Ela já tinha visto um arco-íris? Sim.

Mas nunca o tinha visto completo.

Lá está, mais um dos privilégios de viver no campo, onde não há prédio a "estragar" a vista.

 

Cada vez que vejo um arco-íris penso: "este dia tem tudo para correr bem".

Vamos a isso.

 

arco-iris.jpg

 [Não foi este. Vínha a conduzir, não deu para tirar foto. Mas foi algo semelhante a isto]

 

Era mesmo disto que o meu Dezembro estava a precisar. 

13
Dez17

“Hakuna matata”

Ana

images.jpg

 

É este o meu lema.

Por para trás das costas.

Apesar de não gostar nada. O erro dói sempre muito.

É a única forma de viver a vida e andar para a frente.

 

No entanto...

Irrita-me que tenha que recorrer a ele tantas vezes.

Ás vezes gostava de não dar importância a coisinhas que me vão acontecendo.

Mas dou. Dou sempre.

O que depois acontece, é que a vida rapidamente me obriga a viver, tenho que dizer para mim mesma [e muitas vezes ALTO, ainda que não necessariamente por estas palavras] "Hakuna Matata".

 

[Mesmo que muitas vezes não o sinta]

Sobre mim

foto do autor

Nº de Visitas

contador de visitantes

Também estou aqui

Pesquisar

Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D