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Workshops gratuitos

por Ana, em 22.01.18

O que conhecem?

O que recomendam?

 

Gostava de este ano desenvolver umas capacidades diferentes.

Aprender coisas novas.

Novas habilidades.

 

Sem gastar muito dinheiro. [Ou nenhum]

 

Se souberem de algo, digam qualquer coisinha.

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Janeiro chatinho

por Ana, em 22.01.18

Este mês de Janeiro está a ser verdadeiramente como o peixe espada: chato e comprido.

Nunca mais acaba.

E por aqui por esta pessoa, tem andado chatinho. Mortiço. Sem entusiasmo.

Diz-me a minha aplicação que corri 25 km, este mês. Eu até pensava que era menos.

Preguiça para levantar da cama.

Chego a casa, já é escuro e nada de energia para ir ao fim da tarde.

Sem grande entusiasmo para fazer coisas ao fim de semana.

Juro.

Não percebo o que se passa comigo.

Um profundo e pesado Cansaço. É só que sinto.

Ontem decidi: Chega disto. Amanhã inicio um desafio cá dos meus: 5 dias, 5 treinos.

Pois claro.

Ontem fui.

Hoje?

Tive uma noite péssima. Acordei cheia de dores de garganta/ouvidos/cabeça.

Portanto, desafio abortado.

É que isto não tem só a ver com a corrida.

É um cansaço que se instala no corpo de tal ordem, que deprime.

Põe-me a pensar na vida.

E depois, o quê? Sim, isso mesmo. Deprime-me.

Será a falta de sol? 

Será a ressaca de 2017?

Será uma "crise de idade?"

 

Não sei. Só sei o que sinto: Cansaço.

 

 

 

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Segunda-feira

por Ana, em 22.01.18

Resultado de imagem para dia cinzento

 

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Ser mãe, faz de mim melhor pessoa

por Ana, em 19.01.18

Ser mãe da minha filha, faz de mim melhor pessoa.

E porquê?

 

Porque me ajusto.

Porque procuro várias alternativas para lidar com "as crises".

Porque chego várias vezes à conclusão, que "também" é culpa minha.

Porque percebo que às vezes facilito, e depois tenho que arcar com as consequências disso.

Porque percebo que às vezes sou eu, que não estou a conseguir lidar com a situação da melhor forma.

Porque às vezes, me inspiro e encontro a solução de uma forma completamente diferenciadora.

 

Ajuda-la a ultrapassar os seus medos, faz de mim melhor pessoa.

Mostrar-lhe que não sou sua amiga, mas sim sua mãe, faz de mim melhor pessoa.

Impor-lhe limites, faz de mim melhor pessoa.

Inventar 1001 fadas, faz de mim melhor pessoa.

Conversar com ela, faz de mim melhor pessoa.

 

Dar-lhe regras

Dar-lhe segurança,

Dar-lhe ferramentas, para ela se sentir mais segura e confiante.

Situa-la.

 

Avaliar-me. Reajustar-me. 

Faz de mim, muito melhor pessoa.

 

[Este post é de uma mãe que não segue a parentalidade positiva, nem de uma mãe autoritária. É simplesmente de uma mãe. Uma mãe que educa, e procura todos os dias fazer o seu papel da melhor forma]

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Coisas para se fazer no calor

por Ana, em 19.01.18

Semana 3: Coisas para se fazer no calor.

Esta é assim um bocadinho fora de época.

 

Mas para ser sincera, sincera. Aquilo que eu mais gosto de fazer no calor é "nada".

 

Cenário ideal para uma tarde de calor:

 - Uma cama de rede.

 - Debaixo da sombra de uma árvore.

 - Alguém a servir-me bebidas frescas, sempre que eu desejar.

 - Silêncio.

 - Um livro.

 

[Há muitas mais coisas para se afzer no calo, obviamente. Mas para mim, só isto,já é perfeito. Não mexam mais.]

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Constatações

por Ana, em 17.01.18

O cansaço físico é tão mais reconfortante que o cansaço psicológico.

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Rumo aos 52: o começo

por Ana, em 16.01.18

Há seis anos atrás eu pesava 50 kg.

No final desse ano (final da minha gravidez) eu pesava 72 kg.

Há cinco anos atrás eu pesava 59/60 kg.

Comecei então a minha saga para perda de peso.

Dificil, sempre.

Sem método.

Sem cuidado nenhum.

Há um ano atrás, o melhor que tinha conseguido: 58 kg.

Mas o ano de 2017, foi o ano em que decidi que tinha mesmo que tratar de mim.

Terminei o ano de 2017 com 57 kg.

Decidi como objectivo para 2018 os 52 kg.

Não sei se vou conseguir. Tenho consciência do trabalho que implica.

Mas em 2018, já estou nos 56 kg.

 

 

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Alguns factos sobre mim

por Ana, em 16.01.18

Tenho 37 anos.

Moro no concelho de Sintra. 

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Vivi até aos 30 anos em Odivelas.

Tenho um irmão e uma irmã: ambos mais novos do que eu.

Tenho 2 gatos.

Tenho um cão.

Tenho nojo/pânico/fobia de ratos. [Sim, de hamsters também]

Já fiz a minha viagem de sonho: Paris. [Tenho outros destinos agora em "sonho"] 

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 Já fui à Hungria.

Já fui a Espanha [mais do que uma vez].

 Gosto mais do Norte de Portugal. Não me dou bem com o clima do Sul.

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Nunca gostei muito de discotecas. Prefiro um bar, onde seja possível conversar.

Gosto de ouvir música alta, sozinha, e cantar livremente.

Gosto de comida italiana. E adoro Sushi.

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 O meu primeiro trabalho foi numa loja de indianos [agora estão praticamente substituídos por chineses]. Tinha 16 anos.

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 Trabalhei numa tabacaria, enquanto tirei o meu curso.

Quando terminei a primária, a minha mãe (doida?!?!) achou que eu podia ir para o Conservatório Nacional de Lisboa. [Porque a minha melhor amiga também ia] Felizmente, não passei nos testes.

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Na escola, fazia parte dos "melhores alunos" e nas vésperas de testes vários colegas meus tiravam cópias dos meus resumos, para estudarem.

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Terminei o meu curso superior com uma média interessante [Era o meu objectivo] No entanto, isso de nada me serviu depois.

Sou casada.

Tenho uma filha.

Não tenho casa própria.

Não tenho um contrato sem termo.

 

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Partilha

por Ana, em 15.01.18

Para mim há algo que é fundamental em qualquer relação, seja de amizade ou amor: PARTILHA.

Não me faz sentido viver relações de outra forma.

Para que temos nós amigos e companheiros (maridos, namorados, o que for), senão podemos partilhar aquilo que pensamos, aquilo que estamos a viver. As nossas coisas. As nossas preocupações. 

Ressalva feita à privacidade/intimidade de cada um.

Estou a falar das coisas do dia a dia. Daquilo que acontece. Daquilo que nos vem a cabeça. Daquilo que nos preocupa. Daquilo que gostamos e daquilo que não gostamos. 

Daquilo que sentimos. Os nossos stress. As nossas angustias.

Se não se pode partilhar essas coisas com essa pessoa, é porque ela não ocupa nenhum dos papeis acima referidos, na nossa vida.

Mostrar indiferença, é desrespeito.

Mostrar desinteresse, é desrespeito.

Desvalorizar é desrespeito.

Stressar ainda mais, é desrespeito.

Quantas vezes chegaram à conclusão, que falaram demais. Ou que deveriam ter estar calados.

Infelizmente (ou felizmente) começo a perceber aos poucos, que isso não quer dizer necessariamente que se esteja errado.

Talvez, apenas e só, essa pessoa ou essas pessoas dessas circunstancia específicas, não ocupe(m) o papel que nós julgávamos na nossa vida.

Este é um exercício duro, pois vai nos fazer chegar à conclusão que há pessoas que são apenas elementos decorativos na nossa vida. Mas é um exercício necessário. Para separar o trigo do joio. Até porque os que ficam, são os BONS. Aqueles que são para ficar.

O silêncio.

O "é melhor não dizer".

É o fim de uma relação. Seja ela de que natureza for.

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Memórias de 6ª feiras

por Ana, em 12.01.18

Hoje de manhã, ao ouvir o Programa das Manhãs, da Rádio Comercial, lembrei-me do meu avô.

O meu avô não sabia ler.

E, por esse motivo, às vezes pedia umas coisas chatinhas.

Por exemplo: às vezes (felizmente, não sempre), pedia-me para lhe ler as legendas daquilo que estava a passar na tv.

Mas a "coisinha" mais chata acontecia todas as 6ª feiras.

Dia de "fazer" o totoloto e o totobola.

No totoloto, a coisa até se processava com alguma calma.

O meu avô preenchia 2 quadrados e eu outros 2. Os dele eram feitos do seguinte modo: ele é que me dizia os números e eu fazia as cruzes. Aquilo demorava algum tempo. Porque ele pensava/reflectia durante vários minutos quais os números que queria. Eu, quando chegava a minha vez, despachava aquilo ao calhas.

Agora, o totobola, senhores... Isso é que eu lembro como sendo uma verdadeira seca.

Como referi de início, o meu avô não sabia ler. 

Então, EU lia cada um dos confrontos e aguardava pacientemente (mas passadinha de tédio) que ele dissesse ou 1 ou X ou 2.

Isto até me podia ter feito gostar de futebol. Mas não.

E depois passávamos à seca seguinte: ir à papelaria entregar os boletins e aguardar nas filas intermináveis.

 

[Lembro-me de achar estas coisas todas uma valente "seca". Mas agora até as recordo com saudade]

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Comentários recentes

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    Obrigado, Anita. Beijinhos

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