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Uma estreia

por Ana, em 26.07.18

Ontem fiz anos.

38 anos.

Foi uma estreia.

Nunca tinha celebrado o meu aniversário no Outono.

Não gostei.

 

Afinem lá aí a máquina, porque NINGUÉM anda satisfeito com isto.

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É só estúpido

por Ana, em 26.07.18

Acho vergonhoso que se venha criticar a ajuda que Portugal está a dar aos fogos na Suécia e na Grécia.

Vergonhoso.

Não teve Portugal ajuda internacional quando precisou?

 

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Ser livre...

por Ana, em 19.07.18

Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção. Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existencia e desvendar seus mistérios.

Augusto Cury

 

E quando sentes isto, sentes-te fantástico(a).

 

Bom dia!!!!!

 

 

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Não sei se é deste Outono peixe-espada (chato e comprido), mas hoje o que me está mesmo a apetecer é uma caneca de café e uma fatia de bolo acabadinho de fazer.

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Escolhas

por Ana, em 17.07.18

Nas minhas buscas pela netflix, com o objectivo de encontrar algo "diferente", as vezes encontro umas coisas giras.

 

Desta vez foi uma série dinamarquesa: "Rita".

 

Muito boa. 

Só tenho pena, que já tenha visto as 4 temporadas.

Bem podiam fazer mais.

 

Rita, é a típica pessoa que resolve os problemas de todos, menos os dela.

Vou mais longe, até. Ela bloqueia qualquer tipo de situação/sentimento que a faça viver os problemas dela.

Empurra tudo para longe.

É engraçado que não nos apercebemos disso logo no início.

Vamos nos apercebendo ao longo dos episódios.

E ás tantas, sem nos apercebermos, estamos a fazer comparações com a nossa vida.

 

Não vou pôr aqui as conclusões a que cheguei sobre mim.

Mas deixo-vos uma reflexão [que eu própria fiz].

 

Sentimos saudades do passado, quando não gostamos daquilo que temos agora e nos arrependemos das escolhas que fizemos.

Bloqueamos o passado, quando não gostamos do que vivemos e evitamos ao máximo trazê-lo para o presente que queremos.

Planeamos o futuro, quando estamos onde não desejamos estar. Quando queremos tudo o que não temos.

Concentramo-nos no presente, quando nos falta perspectiva, sonhos e objectivos.

Refugiamo-nos no dia a dia, quando bloqueamos o passado e achamos que não conseguimos construir um futuro melhor.

 

Por isso...

 

Nada nem ninguém pode fazer por ti, o que só tu podes fazer por ti.

Nada nem ninguém sabe o que tu viveste e o que tu sentiste.

Nada nem ninguém pode decidir por ti, o que te compete a ti decidir.

Nada nem ninguém pode escolher por ti, aquilo que te compete a ti escolher.

 

[Não podes viver a vida dos outros. Tens que viver a tua.]

 

 

 

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Finalista

por Ana, em 16.07.18

Ainda agora nasceu, é o que parece.

No sábado, foi a festa de finalistas do pré-escolar da minha miúda.

Para o ano, em principio, estará na primária.

 

Olho para ela agora.

Relembro como ela era.

Recordo-me como ela foi crescendo.

 

E surpreendo-me com tudo.

Está uma menina.

Crescida.

Mas ainda tão pequenina.

 

É um misto de sentimentos.

 

No sábado foi dia de choradeira. 

Educadora, auxiliar e algumas mães. 

Eu aguentei-me.

Acho que ainda não "caí bem em mim".

 

Vai sair dali e vai para outro sítio.

Certamente, vai correr tudo bem.

E vai, mais uma vez, crescer.

 

Esteve ali três anos.

A relação não foi fácil ao início.

Ela precisou de se habituar.

Eu também. Não me agradou muito os métodos da educadora ao início.

Mas aos poucos fui entendendo.

A M**** também.

A relação que ela criou com aquelas duas, foi extraordinária.

Vai, com certeza, lembrar-se delas muitas vezes ainda.

E elas, dela.

 

E agora, siga para a frente.

Tens o mundo toda a tua espera, miúda.

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Sonolência

por Ana, em 16.07.18

É assim que me tenho sentido.

Num estado de sonolência constante.

Não sei se é cansaço, falta de pachorra, falta de férias, falta de ideias.

Uma coisa, ou várias ou todas.

 

O que é certo é que a falta de energia tem sido permanente.

Faltei a semana passada ao resumo dos treinos.

Foi só um, de qualquer das formas.

 

Esta semana que passou foi melhor. Mas mau na mesma. Corri 2 vezes. Mas todas fora do meu plano de treinos.

Passei o fim de semana praticamente todo deitada no sofá.

Fez-me bem.

Era o que estava a precisar.

 

Ontem, ao final do dia escrevi uma lista de coisas que tenho para fazer.

Aquilo que preciso para sair deste estado.

 

"Ter pena de mim própria" é coisa que dura em mim pouco tempo.

É certo que há aqui muita coisa nesta cabecinha.

Mas também é certo que a única pessoa que pode fazer alguma coisa por mim própria sou eu.

 

Não sou nenhum poste, sempre em cima e sem ir abaixo.

Sou mais uma árvore, a quem o vento de vez em quando faz "moças".

 

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Pré-aviso

por Ana, em 06.07.18

Serve o presente post, para fazer um pré-aviso.

À data de hoje, esta semana, já deveria ter feito 3 treinos.

Fiz 1.

 

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Está difícil conseguir levantar cedo.

Simplesmente, não o tenho feito.

Ponho o despertador para as 5h, mas depois não consigo.

Tenho sono.

E sim, deito-me cedo na mesma.

 

Está difícil.

Muito difícil.

Diria que praticamente impossível.

Oh raios...

 

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Semana 27 - Coisas divertidas para se fazer nas férias

 

Ora toda a gente sabe que o melhor plano para as férias é: NÃO TER PLANOS.

 

E portanto, a definição de coisas divertidas, varia conforme a disposição em que se está.

 

De qualquer das formas, para mim o conceito ideal de férias é:

  • estar num local diferente com gente totalmente desconhecida;
  • sem horários;
  • sem me chegar à cozinha.

Se tiver isto, já fico muitíssimo bem.

E depois aí, sim, conforme a disposição procurar as tais coisas divertidas.

Como por exemplo:

  • Ler à sombra;
  • Passear;
  • Estar sentada/deitada simplesmente a apreciar as vistas ou as pessoas;
  • Praia;
  • Piscina. 

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Loucura matinal

por Ana, em 06.07.18

Continuo na saga do pára arranca, faixa da esquerda, faixa da direita.

Valem-me duas coisas.

 

1. O Waze.

Que pelo menos indica o caminho "menos mau".

 

2. As manhãs da radio comercial.

Haja gente doida para animar os outros.

E aqueles têm aquela dose de loucura, mesmo mesmo semelhante à minha.

A mim divertem-me, e tornam os percursos menos difíceis.

Ás vezes [só às vezes vá], também puxam pela "minha veia mais louca".

Hoje foi ver-me em pleno trânsito a cantar "Jéssica Beatriz".

 

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