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Escolhas

por Ana, em 17.07.18

Nas minhas buscas pela netflix, com o objectivo de encontrar algo "diferente", as vezes encontro umas coisas giras.

 

Desta vez foi uma série dinamarquesa: "Rita".

 

Muito boa. 

Só tenho pena, que já tenha visto as 4 temporadas.

Bem podiam fazer mais.

 

Rita, é a típica pessoa que resolve os problemas de todos, menos os dela.

Vou mais longe, até. Ela bloqueia qualquer tipo de situação/sentimento que a faça viver os problemas dela.

Empurra tudo para longe.

É engraçado que não nos apercebemos disso logo no início.

Vamos nos apercebendo ao longo dos episódios.

E ás tantas, sem nos apercebermos, estamos a fazer comparações com a nossa vida.

 

Não vou pôr aqui as conclusões a que cheguei sobre mim.

Mas deixo-vos uma reflexão [que eu própria fiz].

 

Sentimos saudades do passado, quando não gostamos daquilo que temos agora e nos arrependemos das escolhas que fizemos.

Bloqueamos o passado, quando não gostamos do que vivemos e evitamos ao máximo trazê-lo para o presente que queremos.

Planeamos o futuro, quando estamos onde não desejamos estar. Quando queremos tudo o que não temos.

Concentramo-nos no presente, quando nos falta perspectiva, sonhos e objectivos.

Refugiamo-nos no dia a dia, quando bloqueamos o passado e achamos que não conseguimos construir um futuro melhor.

 

Por isso...

 

Nada nem ninguém pode fazer por ti, o que só tu podes fazer por ti.

Nada nem ninguém sabe o que tu viveste e o que tu sentiste.

Nada nem ninguém pode decidir por ti, o que te compete a ti decidir.

Nada nem ninguém pode escolher por ti, aquilo que te compete a ti escolher.

 

[Não podes viver a vida dos outros. Tens que viver a tua.]

 

 

 

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1 comentário

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De Tri a 17.07.2018 às 17:55

Tendo a concordar com a tua reflexão...acho que é mesmo isso...esse ciclo que todas as vidas acabam por 'percorrer'.
"Sentimos saudades do passado, quando não gostamos daquilo que temos agora e nos arrependemos das escolhas que fizemos.
Bloqueamos o passado, quando não gostamos do que vivemos e evitamos ao máximo trazê-lo para o presente que queremos."

As conclusões que fiz sobre a minha própria vida não são relevantes, mas efectivamente deu que pensar...e concordo. =)

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