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Dia mundial da alimentação

por Ana, em 16.10.18

 

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Eu já fiz a minha parte.

Fui à escola da miúda fazer sumos de fruta.

 

Cada turma ficou com uma tarefa.

A turma dela foi fazer sumos de fruta.

Pediram ajuda a algumas mães.

E eu lá fui.

Mais o meu liquidificador.

 

Rodeada de miúdos por todo o lado, que queriam todos ajudar, pois claro.

Eu claramente, fora do meu elemento.

Mas fiz o que tinha fazer.

 

No recreio da manhã, fizeram todos um lanche partilhado, cheio de frutas para todos os gostos.

 

Mas, sinceramente, a parte que eu mais gostei, foi quando a professora disse "podem comer a fruta que sobrou" (dos sumos).

Os miúdos ficaram todos felizes.

Parecia que estavam a dar-lhes gomas.

Não sei se foi da abundância. Se foi do ambiente. Se foi de estarem só a olhar (enquanto faziam os sumos) e isso os fez abrir o apetite.

O que eu sei, é que elas criancinhas comeram fruta com fartura hoje.

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Noite atribulada: pós-prova

por Ana, em 16.04.18

Tinha dormido pouco de Sábado para Domingo.

Corri 20 km na manhã de Domingo.

Com chuva, muita chuva.

 

Cheguei a casa, tomei banho. Almocei. Fui buscar a miúda. E seguimos para casa de uns amigos para ver o Benfica perder ao Porto.

Achei (TOTÓ) que como tinha corrido tanto, podia comer o que me apetecia.

Muito petisco. Tudo muito bom. Eu mal me conseguia mexer. Por isso, sentada comi...

 

Chegamos cedo a casa.

Eu só queria dormir.

Já fui para a cama mal disposta.

Mas eu pensei: "adormeço e fico bem".

Pois, mas não.

Até as 02h, sempre a acordar. Mal disposta.

Até que se tornou insuportável.

Calor. Frio. Cólicas. Só tinha vontade de chorar.

Poupo-vos aos pormenores, mas foi mau.

Bebi chá.

E adormeci.

 

As 06h15 tocou o despertador.

 

[Hoje, assim que entrei no gabinete, perguntaram-me o que é que eu tinha]

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Alimentação

por Ana, em 12.04.18

Já vos disse que grande parte da minha perda de peso decorreu da minha mudança de alimentação.

As corridas, também ajudaram, claro.

Mas foi quando mudei o "chip" da alimentação que comecei a ver resultados.

Hoje escrevo sobre isso.

 

Comecei por retirar os açúcares. Aos poucos. Há mais de um ano que não bebo café com açúcar.

Comecei por reduzir nos bolos. Doces. Evitar ter bolachas em casa, e a ter, escolher os "males menores".

Excepções, muitas.

Mas já com a noção que há a excepção e a regra. E a evitar mais.

 

Nas massas, passei para as massas integrais. Outra vezes, das "brancas", mesmo.

E ia comendo.

Arroz, integral, nunca consegui.

 

O pão, cá andava. De manhã, essencialmente.

Comecei a aumentar a dose de vegetais e de frutas.

Em resumo: continuava a comer coisas menos boas, mas fui aumentando as boas.

 

Mas no inicio deste ano, é que a mudança se deu a sério.

 

Comecei a ler mais sobre o assunto.

E decidi por uma alimentação o mais limpa possível. O que quero dizer com isto? Sem aditivos.

 

Comecei a ler os rótulos dos alimentos. E há casos realmente impressionantes.

Na manteiga, no requeijão, por exemplo. Uns têm 1 ou 2 ingredientes. Outros, uma lista de TRÊS LINHAS.

E garanto-vos. Uns não são necessariamente mais caros do que os outros.

 

Logo de inicio, tirei as massas e arroz. E substituí por muitos mais vegetais no prato.

Comecei logo a perder peso.

Agora, de vez em quando, já como massa ou arroz. Mas isto só porque descobri ao pé de mim uma mercearia que vende a granel, dentro deste conceito.

É mais caro, não há dúvida. Mas como também comemos menos vezes, não faz grande moça.

Além disso, o facto de não ter aditivos, faz com que a massa e o arroz, cresçam muito mais quando cozidos, o que faz com que consumamos menos quantidades de cada vez.

 

No que diz respeito aos bolos, temos tentado fazer em casa versões mais "limpinhas".

Mas não têm corrido muito bem.

Ainda não conseguimos acertar bem nas quantidades e nas farinhas certas, mas isto vai lá. Ontem o marido fez um bolinho de chocolate delicioso.

 

O próximo passo acho que vai ser começar a fazer o nosso próprio pão.

No fim de semana, fizemos massa para pizza e correu lindamente.

 

Tem sido "um caminho" em família, o que facilita muito todo o processo.

O melhor de tudo, é que mesmo não estando a fazer dieta, estou a perder peso.

Muitas vezes, "peco" e saio do conceito. Mas são excepções, e isso faz toda a diferença.

 

[Depois, se quiserem, posso partilhar as fontes que consultei]

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    Obrigado, Anita. Beijinhos

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