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Lesley Pearse | Uma Mulher em Fuga

por Ana, em 11.09.18

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Mais um.

Daqueles que começamos a ler e não conseguimos mais parar.

Gostei imenso.

Uma história de vida (ainda que neste caso, ficção).

 

"

SINOPSE

Sob o olhar negligente do pai, Rosie definha na quinta onde vive. Sujeita aos maus-tratos dos meios-irmãos, Seth e Norman, e sem uma mãe para a proteger (há muito que desapareceu), a sua vida é dura e solitária. Mas no dia em que chega a governanta, Heather Farley, tudo parece mudar. Heather depressa se torna uma amiga… e até uma mãe…
Mas a alegria revela-se passageira, pois Heather desaparece misteriosamente, deixando para trás o filho, Alan, e frustrando todas as esperanças de Rosie num futuro melhor. Mas só quando o irmão de Heather, Thomas, aparece na quinta é que Rosie descobre a terrível verdade sobre a sua própria família… e finalmente ganha coragem para fugir. Mas o mundo que a espera lá fora, infelizmente, não é menos cruel. De Bristol ao Sussex, do Sussex a Londres - Rosie tudo faz para dar um novo rumo à sua vida. Mas será ela capaz de escapar à fúria vingativa de Seth?"

https://www.wook.pt/livro/uma-mulher-em-fuga-lesley-pearse/19675860 

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"Os olhos amarelos dos crocodilos"

por Ana, em 31.08.18

Este livro...

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Foi uma agradável surpresa.

Estava lá por casa.

A semana passada peguei nele e comecei a ler.

Muito bom.

Gostei imenso.

E descobri agora que até filme já fizeram.

 

"SINOPSE

Este é um romance sobre uma mentira, mas também sobre a amizade e o amor, o dinheiro e a traição, o medo e a ambição. 
A acção desenrola-se em Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma intelectual, historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil. Casada, tem duas filhas, vive nos subúrbios e trabalha para pagar as contas. 
Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livro que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destino destas duas mulheres.
A escritora francesa Katherine Pancol traça com mestria um retrato real e vivo de mulheres que tentam triunfar na carreira profissional, na vida familiar e alcançar o reconhecimento social. Mas que, por baixo desta aparente vida de sucesso, escondem uma profunda infelicidade, falta de confiança e frustração. 
Os Olhos Amarelos dos Crocodilos é uma verdadeira lição de vida. Este romance, um verdadeiro best-seller em Espanha e França, dá-nos a conhecer as mulheres que somos, as que queremos ser, as que nunca seremos e as que talvez sejamos um dia. Mulheres à procura de um caminho na vida, em busca de si próprias e à descoberta de novos amores."  - https://www.wook.pt/livro/os-olhos-amarelos-dos-crocodilos-katherine-pancol/8627505 

 

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Ser livre...

por Ana, em 19.07.18

Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção. Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existencia e desvendar seus mistérios.

Augusto Cury

 

E quando sentes isto, sentes-te fantástico(a).

 

Bom dia!!!!!

 

 

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Vou fechar isto

por Ana, em 21.04.18

Meus caros leitores,

 

Vou fechar isto.

Lamento, mas vai ter que ser.

 

Vou contar-vos o meu sábado.

Acordei antes das 7h, pois esta miúda só acorda cedo ao fim de semana.

Ela foi ver bonecos. Eu continuei a dormir.

Levantei-me. Fui correr. Tomei banho. Pequeno almoço. Saí.

Esteticista marcada para as 09h.

1h depois saí de lá.

Talho. Mercearia.Costureira.

Casa.

Arrumar compras. Fazer almoço. Pôr a máquina a lavar.

Almocei.

Arrumar a cozinha.

Estender a roupa.

Levar a miúda a natação.

Lanche no café com a miúda.

Voltar para casa. Comprar pão com chouriço pelo caminho.

Chegar a casa e sofá.

 

Ora, é agora que vem a revolta.

Antes de ir apanhar a roupa, fiz uma visita pelas redes sociais.

E descubro o quê?

Que tudo o que é blogger famoso está instalado em Troia, num hotel, com a família.

E eu?

Pois.

É isto.

Não preciso de dizer mais nada, pois não?

 

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O (des)equilíbrio do orgulho

por Ana, em 09.01.18

«Gostava de ser mais prudente! Gostava de ser prudente por natureza, como a minha serpente!

Mas aí estou a pedir o impossível: por isso, peço, então, ao meu orgulho que ande sempre junto com a minha prudência!

E se, um dia, a minha prudência me abandonar - infelizmente, ela gosta muito de se escapulir! - então que o meu orgulho possa ainda voar juntamente com a minha insensatez!»

Assim começou o declínio de Zaratustra.

Nietzsche, Assim Falava Zaratustra

 

Prudência.

Orgulho.

Insensatez.

Como três palavras tão diferentes, se conjugam de forma tão perfeita.

 

Este livro não é de leitura fácil. É para se ir lendo. Aos pouquinhos. Uma página de cada vez. E pensando, com cada bocadinho que se lê.

 

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Nietzsche

por Ana, em 05.01.18

Comecei ontem a ler este livro.

 

Assim Falava Zaratustra

 

A citação que se segue está logo na segunda página.

«Olha! Esta taça quer de novo ficar vazia e Zaratustra quer tornar-se humano outra vez.»

Assim começou o declínio de Zaratustra."

 

Promete...

[Vamos lá ver se vou ter paciência para levar esta leitura até ao fim]

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2017 em livros

por Ana, em 22.12.17

Este foi um ano de leituras.

Consegui finalmente encontrar tempo e paz de espírito para voltar ao meu "passatempo" preferido: leitura.

Ler é para mim muito mais fascinante que ver um filme.

Com a leitura consigo por a minha imaginação a trabalhar.

Um livro dura mais que 2h (tempo de um filme).

E as personagens "vão comigo" para onde eu fôr.

Muitas vezes, ao longo do meu dia, dou por mim a pensar no livro que estou a ler.

E fico desejosa que chegue o MEU momento de final do dia, para voltar ao livro.

Li ao todo 10 livros, mas um ainda não completei a leitura.

Foram estes:

1 - "Diário de uma dona de casa desesperada", Sue Kaufman

2 - "Um dia: vinte anos duas pessoas", David Nicholls

3 - "O 3º gémeo", Ken Follet

4 - "A Rapariga do Comboio", Paula Hawkins

5 - "A ameaça", Ken Follet

6 - "Viver sem ti", Jojo Moyes

7 - "Persuasão", Jane Austen (este foi o que ficou imcompleto)

8 - "Uma questão de atracção", David Nicholls

9 - "Contagem descrescente", Ken Follet

10 - "Objectos Cortantes", Gillian Flyn

Gostei de todos.

Uns mais preferidos que outros: "A Rapariga do Comboio" e "Um dia: vinte anos duas pessoas".

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Ando a ler este livro...

por Ana, em 19.12.17

Wook.pt - Objetos Cortantes

E estou completamente viciada.

É perturbador.

Mas está tão bem escrito. Fico presa. 

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Eduardo Sá deu uma entrevista na redacção do observador, que foi muito mais do que isso. Foi no fundo uma conversa, aberta a muitos.

A entrevista é longa e passa pelos mais diversos assuntos: comportamento das crianças, comportamento dos pais, autonomia, vacinas, adolescência, internet, educação, etc. Gostei muito de o ouvir, mas obviamente que não consegui prestar muita atenção a tudo o que foi dito.

No entanto, algumas das coisas que disse, merecem para mim um especial destaque.

Eu costumo dizer que os bons pais, e sublinhe-se bons, têm três qualidades ou três defeitos consoante a perspetiva que queiram colocar. Têm, invariavelmente, coração grande. Têm a cabeça quente, o que significa que as boas pessoas têm obrigatoriamente mau feitio e falam de mais.

 

Isto foi logo ao início. Começa tão bem. É por isso que eu gosto tanto de o ouvir e ler. Desmistifica tudo. Simplifica o complicado, complicando tudo, simplificando tudo. [Fiquei muito contente, por haver alguém que dê valor a estas minhas características. ]

Os pais saudáveis têm de ter o quanto baste de autoridade. Mas a autoridade é um exercício de sabedoria, de bondade e de sentido de justiça, que faz com que um pai e uma mãe digam: “Não, porque que eu, convictamente, acho que não.”. Quem é que inventou que nós temos de explicar os nãos aos nossos filhos como se fosse um decreto? “Porque que é que tu tens de comer a sopa?” Alinea a)… É como se os pais estivessem a dizer que não e, no fim, estivessem a perguntar aos filhos: “Estive bem?”. E depois, têm de promover a autonomia dos filhos. Se os pais pegarem nestes três condimentos, não estragam os filhos. Nós educamos com bons exemplos, não é com bons conselhos. A autoridade resulta das experiências de todos os dias e, portanto, o que é que os filhos precisam mais?

 

Lá está. O “não, porque não e ponto final” é importante. Não temos que negociar tudo. Não temos que explicar tudo. Somos nós os adultos que sabemos o que é o certo e o errado. E os nossos filhos têm que sentir essa confiança em nós. Têm muitas vezes que ser capazes de o fazer sozinhos, de decidir sozinhos. Mas têm que saber, que se “houver” problema, o pai e a mãe estão lá. Mas é o pai e a mãe, que com essa autoridade, promovem a confiança. E é essa confiança que os torna autónomos. “Nós educamos com bons exemplos, não é com bons conselhos.” É tão isto. E isto é daquelas coisas que é tão óbvia, que parece difícil. Mas depois tu olhas e pensas que não é nada difícil, mas afinal até é. [E é isto que é ser pai/mãe. Sabemos como devemos fazer, mas tantas vezes não o fazemos. Mas não somos perfeitos, nem temos que ser perfeitos]

Se pudesse mandar um bocadinho, quase reabilitava a obrigação de as crianças comerem o queque a meio do recreio sem lavarem as mãos. (...) Crianças saudáveis têm obrigatoriamente de se sujar. (...) E partir pernas de vez em quando. Por uma razão simples. Nós estamos a produzir crianças tão bacteriologiamente puras que, de repente, nunca houve tantas situações imunoalergológicas como existem.

 

Esta fez lembrar-me uma amiga minha. Parecia dito por ela. [Essa é “outra”, que me ajuda tantas vezes a simplificar. A sua forma de estar, aliada a mais experiência que tem do que eu, fez com que hoje passasse a relativizar muito mais as coisas. Obrigado I.]

Era muito bom que os pais percebessem que a raiva é um ansiolítico e um antidepressivo do melhor que há. Quando nós perdemos, cerramos os dentes e dizemos assim: “Macacos me mordam se eu não vou lá para ganhar a seguir”. Isto é dos melhores fatores de crescimento das crianças, ao qual nós nem sempre abrimos a porta, porque temos medo que os nossos filhos sempre que estão um bocadinho tristes — mesmo quando são demagógicos –, isso os possa traumatizar. Não traumatiza. Eu não sei quem é que inventou esta ideia de que as crianças saudáveis não podem estar tristes, mas nós devíamos ser claros: nós nunca aprendemos a ser felizes se não aprendermos a viver com a tristeza. A tristeza é mesmo o melhor antidepressivo do mundo.

 

Pois é. Eles têm que começar logo a saber o que é a frustração. A tristeza. O “não ser tudo como eles gostariam que fosse”. Faz parte. A vida real é assim. E qual é o problema de chorar. Chorem. É assim que eles vão aprendendo a gerir as suas emoções.

“Costumo pedir — era engraçado que tivesse o logótipo do Observador por baixo — que à entrada dos jardins de infância houvesse um letreiro muito grande a dizer assim: “É proibido ensinar a ler e a escrever no jardim de infância”. Não é por vontade das educadoras — as educadoras são um enclave de saúde mental que existe no sistema educativo –, mas é pela pressão das escolas e, às vezes, pela pressão dos pais. É bom que nós tenhamos uma regra….”

 

Isto é um mal que vem desde á muito. Cada vez querem por os miúdos a fazerem as coisas mais cedo, quando eles ainda nem sequer percebem o que estão a fazer. Há tanta coisas que eles têm que aprender antes de aprenderem a ler e a escrever.

“As crianças saudáveis aprendem do todo para a parte. A escola ensina-os da parte para o todo. As crianças, quando lêem um texto, ou vêem um quadro, interpretam primeiro e lêem depois, ou se preferir, interpretam em tempo real. O que é que a escola faz? Exatamente o contrário.”

 

Eu também, já fiz o contrário muitas vezes. E no outro dia, apercebi-me exatamente disso. Quando a miúda pede para ler uma história antes de dormir. Eu só quero despachar aquilo: ler a história para ela ir dormir e pronto. E ela, às vezes, nem ouve o que eu estou a ler, porque quer fazer perguntas, quer questionar, já está a interpretar e eu erradamente a dizer, “ouve a história e já vais perceber”. Não estou assim tão errada. Isto é gerível, eu sei. As vezes é que a paciência se esgota, e eu atropelo-me toda. Ela tem que saber esperar pelas várias etapas da história e viver as mesmas. Mas também tem toda a legitimidade para fazer perguntas e interpretar a história à maneira dela. Acho delicioso que ela me pergunte, ao ouvir a história do capuchinho vermelho, “mas porque é que a mãe não foi com ela”.

Está na altura do Ministério da Educação, e já agora do sr. Presidente da República, que pode fazer um pacto de regime… eu não entendo o que é que tem de supérfluo os vários partidos sentarem-se com quem tem pensado a educação ao longo dos tempos e dizerem assim: “O que é que nós queremos da educação nos próximos 20 anos?”. Porque é que isto é atentatório daquilo que separa as opções ideológicas das pessoas? Não é. Nós temos porventura um modelo escolar que tem muito de século XIX, muitos professores que ainda estão muito mais do que eles desejariam no século XX e as crianças estão no século XIX. Como é que a educação pode funcionar assim, de maneira a que se adeque aos tempos que correm? Não se adequa. Se calhar há aqui muitos jovens jornalistas que quando chegam não são jovens jornalistas, são aristocratas. E nós dizemos assim: “Olhe, faça isso” e eles dizem assim: “Porque é que eu não fiz? Porque não me disse exatamente como é que eu havia de fazer”. O que é que se ganha com isto?

 

Isto é tudo um assunto, para o qual terei que dedicar um post inteiro. Refiro, desde já, que concordo em absoluto com o que disse.

“Se o Estado entende que as crianças têm de entrar no ensino obrigatório, e quando não vão à escola aos seis e aos sete, acendem-se não sei quantos alarmes e as crianças são consideradas em perigo, juro que não entendo como há pais a não vacinar os filhos, que os expõem a perigos em consequência disso, que põem os outros em perigo por causa das opções muito duvidosas que eles têm e que isto não tenha consequências.”

 

Pois lá está. Mais um a argumentar o óbvio. Parece óbvio para tanta gente. Não sei como não se faz nada. [Já falei deste assunto aqui no blog, por isso não me adianto mais]

Estas foram algumas das coisas que me chamaram mais atenção. Se tiverem oportunidade, dêem uma vista de olhos à entrevista. Vale a pena.






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Um dia, na tua vida

por Ana, em 23.02.17

"Foi para mim um dia memorável, pois exerceu sobre mim grandes mudanças. Mas o mesmo sucede em qualquer vida. Imagine eliminar-lhe um determinado dia e pense no quão diferente o seu curso teria sido. Detenha-se, você que lê isto, e pense por um longo momento nas longas cadeias de ferro ou ouro, de espinhos ou flores, que jamais o teriam aprisionado, não fosse a formação do seu primeiro elo nesse dia memorável"

Charles Dickens, Grandes Esperanças

 

Quando li estas palavras pensei: pois, realmente é verdade. Somo nós que fazemos o nosso percurso, portanto é óbvio que são esses momentos que vivemos que fazem o que somos hoje.

Normalmente, a maioria de nós já fez esse exercício n vezes. No entanto, também acho que o fazemos mais pela negativa. Ou seja, momentos que olhamos agora e pensamos, devia ter ido antes pelo outro lado, optado antes por aquela opção, escolhido antes aquela pessoa, não ter dito aquelas palavras, etc... etc…

Consigo identificar alguns momentos marcantes da minha vida, em que tive oportunidade de fazer algo que eu realmente queria muito, mas não fiz. Consigo também identificar fases da minha vida em que optei por viver de uma forma, e em que vejo hoje claramente que devia ter optado por outra. Também já disse muita coisa, que algum tempo depois me arrependi de ter dito.

Mas e o contrário? Raramente pensamos nisso. Ou seja, naqueles momentos em que fizemos exactamente aquilo que continuamos a achar que foi o certo. De facto, é uma tortura, pensarmos que se esse momento não tivesse existido, não tínhamos estas "coisas magníficas" que hoje consideramos que alcançamos.

Porém, talvez este exercício seja uma forma de valorizarmos aquilo de bom que conseguimos, em vez de estarmos sempre a pensar naquilo que poderíamos ter sido, tido ou feito, por “más opções que consideramos ter no passado”

Bem sei que há muita gente que diz “eu só me arrependo daquilo que não fiz”. Ou, “não me interessa aquilo que já passou, mas aquilo que sou hoje”. Não proponho uma reflexão sobre os passado de cada um. Apenas sugiro (a mim própria, acima de tudo) um exercício positivo sobre a vida que se tem hoje.

[Até porque sinceramente, estou tão cansada das advservidades, que tenho que começar a ignorar que elas surgem. Fartinha, fartinha.]

 

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