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Já vivi uma relação abusiva

por Ana, em 02.11.18

Há muito tempo que não escrevo nada na rúbrica "sobre mim".

Ando com este tema em "banho maria" há já algum tempo.

Decidi finalmente falar sobre ele.

 

Em 2004 conheci uma pessoa.

Apaixonei-me.

Ele revelava ter encontrado a mulher que sempre sonhou.

Ele já tinha tido algumas relações falhadas.

Eu sentia-me única e especial.

Era comigo que tudo ia correr bem.

 

Fui integrada na sua família.

Apresentada a todos.

Sentia-me mesmo especial.

Fazíamos planos para o futuro.

Tudo parecia perfeito.

 

Foi apresentado aos meus amigos.

Falei-lhe de alguns amigos.

Ele começou a dar-me algumas "dicas".

Eu percebi que ele se sentia desconfortável com algumas pessoas com quem eu lidava.

Não eram pessoas importantes para mim, por isso afastei-me.

 

Ele não gostava da minha actividade profissional.

A mim, irritava-me a instabilidade da minha actividade profissional.

Havia coisas que eu não gostava.

E ele não gostava que eu me desse com tanta gente.

Não era pessoas importantes para mim, por isso afastei-me.

 

Tinha colegas da faculdade que me ligavam às vezes.

Eu mal falava com eles.

Ele ficava chateado. 

Não era pessoas importantes para mim, por isso mudei o n.º de telemóvel e não lhes dei o n.º novo.

 

Eu tinha amigos que já conhecia há muitos anos.

Pessoas de quem gostava muito.

Ele não gostava deles. Não se sentia a vontade com eles.

Eram pessoas importantes para mim, mas eu afastei-me.

 

Os "conhecidos" e "desconhecidos" que se cruzavam comigo no dia a dia.

Eram fonte de stress e desconfiança.

Saia do trabalho e ia a correr para casa.

E ligava-lhe quando chegava a casa, do telefone fixo.

Ficava ansiosa quando havia atrasos no trânsito. E informava pelo tlm quando a camioneta se atrasava.

 

Deixei de ter tempos livres.

Conversas com outros.

Passava o meu tempo com ele, ou a trabalhar (sem falar com ninguém, não fosse ele descobrir em alguma conversa minha).

Em casa, ficava a espera da hora que ele viesse ter comigo.

 

Deixei de ser uma pessoa interessante.

Não tinha nada para conversar.

Não sabia o que conversar com ele, pois tinha sempre receio das suas interpretações.

Eu só queria que nós tivéssemos bem.

E fazia tudo por isso.

Ouvia-o.

Mas como não tinha nada para dizer, passei a ser acusada de sem interesse, sem ambições, sem vontades.

Eu só queria estar bem com ele.

 

Pensamos em ir viver juntos.

Iniciamos um processo de compra de casa.

Eu pensei que quando passássemos a viver juntos, ele iria ver que eu era transparente, séria, e não haveria motivos para ele desconfiar de mim.

Ele gostava tanto de mim. Era por isso que ele agia assim.

 

Só que não.

E eu sabia que não.

Eu sempre soube que isto não era correcto.

Mas eu não conseguia ir contra isso.

Arranjava sempre desculpas na minha cabeça.

E nunca contei nada a ninguém.

 

Durante 4 anos, sofri numa relação abusiva.

Não houve violência física.

Mas psicológica.

Eu estava arrasada enquanto pessoa.

E caminhava lentamente para o abismo.

 

Surpreendentemente, foi ele que acabou tudo.

Um dia encontrou outra e quis dar um tempo.

O que levou ao fim da relação.

 

Fiquei de rastos.

Ainda "rastejei" mesmo por ele.

Até descobrir que havia a outra.

Aí recuperei todo o meu amor próprio e tomei outra vez rédeas da minha vida.

 

Demorei muito a decidir escrever este post.

Demorei muitos anos a encarar sem vergonha esta estupidez em que estive metida.

 

Hoje tenho uma relação saudável, com o meu marido e pai da minha filha.

Sei bem quais os limites.

E estou tranquila com a minha vida em casal.

Confio.

E sei que é recíproco.

 

Não vou dizer o cliché "aprende-se com os erros".

Porque eu NUNCA deveria ter vivido isto.

 

Se o partilho neste momento, é para que fique claro que ISTO NÃO É NORMAL.

Conhecer alguém, passar a partilhar a vida com a nova pessoa, não implica que essa pessoa mande na nossa vida.

Porque é que eu permiti que isto acontecesse?

Não sei.

Foi aos poucos.

Ao princípio porque até não achava nada de muito mau.

Ás tantas, porque não tinha mais nada na vida a não ser ele e portanto não o queria perder. 

 

Sempre fui uma pessoa "cheia de mim".

Decidida.

Com mau feitio.

Autoritária até.

Por isso, sei que esta realidade toda vai surpreender muita gente.

 

Mas vivia-a.

Durante 4 anos, deixei de ser quem era (e quem sou) e observava esta miúda/mulher com um misto de pena e raiva.

 

As relações abusivas são isto mesmo.

Ás tantas percebemos que não está certo.

Mas já não se sabe como voltar atrás.

Acabar com aquilo.

 

[Se estás em alguma situação destas, sai disso enquanto é tempo.]

 

 

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Abrandar

por Ana, em 10.10.18

 

Palavra de ordem desde 6ª feira passada.

No fim de semana, foi fácil.

Durante a semana, é um bocadinho mais difícil, mas estou a fazer um esforço para cumprir.

 

A ideia é: conseguir fazer tudo o que preciso, mas sem ser naquela agitação permanente que me é característica.

Percebi, claramente, que esse meu estado de nervos constante, não é bom nem para mim, nem para quem me rodeia.

Não é fácil.

Porque eu sou acelerada já por natureza.

 Resultado de imagem para parar a ansiedade

 

Estou a meio da semana, e o balanço para já é positivo.

 

Deixem lá ver como corre esta semana, e depois faço-vos um apanhado.

 

 

 

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Dicas para treinar cedo

por Ana, em 20.06.18

Correr cedo, exige algum método e disciplina.

Tive que desenvolver algumas estratégias pessoais, para que resulte.

Ás vezes as pessoas perguntam-me "como é que consegues?"

Hoje partilho convosco.

Isto é o que funciona para mim.

Tenho que sair de casa as 07h30 e se não for assim, não terei tempo para ir correr antes.

Já tentei correr ao final do dia, mas não funciona muito bem comigo - nem com o meu organismo, nem com a minha logística familiar.

Esta é a melhor hora, quando todos ainda dormem.

 

Nem sempre consigo cumprir, mas para ser possível para mim, há algumas questões que considero fundamentais.

São elas:

1. Deitar cedo.

Esta é básica e fundamental. Se o objectivo é acordar antes das 05h30, então tenho que ir para a cama por volta das 22h. Ler um bocadinho e adormecer antes das 23h. Nem sempre é fácil, e pode dar-se o caso inclusivé de o sono ainda não ter chegado. No entanto, se começarem a fazer da corrida uma rotina semanal, acreditem que a esta hora já começam a sentir sono e conseguem adormecer com facilidade. Para cumprir isto, é fundamental (para mim) não ir para o sofá ver tv, pois se adormeço no sofá, depois ando ali numa luta para ir para a cama e lá se vai o deitar cedo por "água abaixo".

 

2. Por o despertador para uns minutos antes da hora que querem efectivamente levantar-se.

Ou seja, eu faço as contas ao tempo que precisarei de correr faço aos km previstos para a corrida do dia seguinte. Por exemplo: se quero correr 5 km, é importante que saia de casa por volta das 05h50, para no máximo as 06h30 estar a entrar em casa já com os alongamentos feitos. Então ponho o despertador para as 05h25, pois já sei que é possível que resista umas 2 ou 3 vezes e adie o despertador.

 

3. Deixar a roupa de corrida, já na sala, pronta.

Assim não perco tempo á procura da roupa, nem acordo ninguém com o barulho. É só vestir, comer qualquer coisa (normalmente meia banana) e sair. Em menos de 10 minutos saio de casa.

 

Oiço muitas vezes as pessoas dizerem que "gostavam de... mas não têem tempo". O tempo arranja-se. É só uma questão de querermos ou não querermos. Quando falho um treino que tinha previsto, não é por não ter tempo, é porque não quis ou não estava em condições para o fazer.

Noites mal dormidas. Cansaço. Chegar tarde a casa. Logistica familiar. Todos têem. É uma questão de tentarmos encontrar o "melhor horário para nós".

 

[Eu encontrei o meu, mas não foi logo á primeira]

 

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Gosto. Não gosto.

por Ana, em 09.06.18

Gosto dos meus. Não gosto que falem mal dos meus. Não gosto de cerejas. Não gosto de descascar pêssegos. Arrepio-me toda. Gosto dias de sol, mas com pouco calor. Gosto de chuva. Mas em Novembro, deitada no sofá. Gosto de ler. Gosto de ver programas de culinária. Não gosto das tarefas da casa. Gosto de salsichas. De folhados. De um copo de vinho. Gosto de organizar as compras e o frigorífico. Gosto de ir às compras sozinha. Não gosto de ir às compras acompanhada. Gosto de praia. Não gosto de tomar banho no mar. Gosto do silêncio. Gosto de beber café, a apanhar sol. Gosto quando sou turista. Não gosto de estar no meio de muita gente. Gosto de ouvir o som da respiração da minha filha, quando acaba de adormecer. Gosto que ela adormeça rápido, e sozinha. Não gostei quando ela demorava tempo a adormecer e precisava de companhia. Gosto de dormir até tarde. Gosto de correr, quando ainda estão todos a dormir. Gosto de visitar museus. Não gosto de estar com gente chata. Não gosto de estar com gente de quem não gosto. Gosto de rir de coisas parvas. Gosto de falar. Não gosto de estar num grupo de pessoas, e que essas pessoas estejam a mexer no telemóvel, quando supostamente deveríamos estar todos a conversar. Não gosto de fazer algo contrariada. Gosto de trabalhar, quando envolvida no projecto. Gosto de ser estimulada. Gosto de ter ideias. Gosto de bolos caseiros bem feitos (não os meus). Gosto de rissóis e croquetes. E de batatas fritas. Não gosto de fazer fritos em casa. Gosto de música portuguesa, da boa. Não gosto de chuva no Verão. Gosto de piqueniques com os amigos.

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Desabafos. Constatações.

por Ana, em 07.06.18

Tenho andado acelerada.

O trabalho está a correr bem, e mais desafiante, o que faz com que esteja mais vezes a pensar no tralho, do que propriamente devia.

A miúda está mais autónoma. Ela, que me puxava para a realidade familiar e "me obrigava" a estar presente pelo todo, cresceu e agora já não é bem assim.

Mas agora, ela vai me fazendo essas chamadas de atenção doutra forma.

Por exemplo "oh mãe, mas porque é que tu todos os dias tens que contar o teu dia ao pai e não deixas o pai falar". Um sinal claro, que ando a falar muito.

Durante o fim de semana passado, apercebi-me de várias coisas óbvias: passo o dia no trabalho, a trabalhar e ao mesmo tempo a pensar como hei-de gerir o final do dia, para me despachar. Chego a casa, faço tudo a correr em 2h, para garantir que às 21h a miúda está na cama. Passo o fim de semana a organizar a semana, para poupar tempo durante a semana.

Para onde vai o tempo, afinal de contas?

Para onde ele vai, eu não sei. Mas quem fica com ele eu sei: o meu stress.

Sou acelerada. Sempre fui. Gosto de planear, prever. Não gosto de viver no meio do caos. No entanto, se passo demasiado tempo a organizar, também não vivo nada. 

Ontem a miúda e o pai, tiveram um momento muito criativo. Simularam um espaço noticioso, em que ela era a pivot. Foi muito giro. Eu só os ouvia, enquanto, claro, andava de um lado para o outro a dizer "despacha-te que está na hora de ires dormir". Era verdade, ela tinha mesmo que ir dormir. O que me irrita é eu ser tão stressadinha.

Tenho que parar mais vezes.

Aproveitar mais o momento.

Eu sei disso. E até sei como o fazer. Só tenho dificuldade é em pôr em prática.

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Esta semana

por Ana, em 25.05.18

Foi dura.

Complicada.

Trabalhosa.

Longa.

Mas cheia de emoções.

Cheia de conquistas.

Realizações.

 

25 de maio de 2018.

O dia que marca o inicio daquilo que tem vindo a ser. Mas agora, é definitivo. 

 

O percurso foi longo. Mas finalmente encontrei o meu lugar. Daqui já não saio.

 

Estou feliz. Muito feliz.

 

(Se alguma vez em 2015, eu imaginei que a minha vida ia dar esta volta...)

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O meu mau humor

por Ana, em 18.05.18

Semana 20: Fico de mau humor quando…

 

No fundo, no fundo, quase sempre.

Mentira. 

Há quem diga que sou antipática.

Há quem diga que tenho mau feitio.

 

Eu digo-vos a verdade: tenho pouca paciência para "fretes".

E são exactamente os "fretes" que me deixam de mau humor.

Por exemplo: estar com alguém de quem não gosto ou ouvir conversas de gente que não tem interesse nenhum.

 

Para além disso, deixa-me também de mau humor a incompetência. 

Seja onde for e com quem for.

Errar é humano, lá diz o ditado, mas persistir no erro é estupidez.

 

Também fico de muito mau humor quando idealizo uma determinada situação e ocorre tudo ao contrário do que eu imaginava.

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Ideias que mais vale não ter

por Ana, em 11.05.18

Fui mais a minha miúda ao cabeleireiro.

Aquilo que podia ser um programa divertido de mãe e filha, quase se tornou num pesadelo.

 

Quis ser a primeira. Claro.

Toda satisfeita a lavar a cabeça como as senhoras crescidas. Toda ela se ria.

Cortou o cabelo.

A cabeleireira fez-lhe uma trança toda gira.

Linda.

 

Segue-se a mãe.

Começa a tortura.

"Quero sair daqui. Estou cheia de fome"

"Tens que esperar, agora é a mãe."

Inquieta.

A mexer em tudo.

A minha mala a arrastar-se pelo chão.

Dança.

Levanta-se.

Sai da porta.

Ainda só estava a lavar a cabeça e já estava a pensar "que m***** de ideia esta".

 

No final.

Penteado novo para mim. Uma espécie de franja/farripas.

"Não gosto"

"Tira"

"Corta a franja"

"Não quero ir contigo assim"

Birra.

Amuo.

"Não tens vergonha de sair á rua assim?"

Mais birra e mais amuo.

 

Tão bom, hã?

A pessoa sai do cabeleireiro a sentir-se a maior (só que não).

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Saudades

por Ana, em 04.05.18

Semana 18: Sinto saudades…

 

Aviso 1: Só sinto saudades de coisas boas, que ficaram cá guardadas nas minhas memórias.

Aviso 2: Este post vai ser lamechas.

 

Sinto saudades das festinhas da minha avó. Das almôndegas, do empadão, das lulas com arroz de manteiga. Do bolo mármore. Dos pequenos almoços levados à cama. Dos lanches no café com as vizinhas. Das histórias que ela contava do tempo em que era nova. De a ver arranjar-se sempre que ia a Lisboa.

Sinto saudades de encostar o meu rosto no colo do meu avô quando jogava às escondidas com os meus irmãos. Dos gelados que ele nos dava. De ir comer caracóis ao Alves com ele e os meus irmãos e partilhar uma lata de sumol de laranja entre os três. Sinto saudades da voz do meu avô.

Sinto saudades de brincar à apanhada na rua. De jogar jogos de tabuleiro nas escadas dos prédios lá da rua. Da casinha de bonecas que existia no jardim da quinta da Rita.

Das férias na Aroeira, com a minha melhor amiga Carla. Dos fins de semana que passávamos juntas em casa dela. De brincar com ela em minha casa, experimentando a maquilhagem toda da minha mãe.

Sinto saudades de ir à jantar à Feira Popular com os colegas da Secundária. Sinto saudades dos fins de semana prolongados em Viana do Castelo - com o Paulo, a Mónica, o Ricardo, a Carina, a Sara, a Boleo, o Alexandre, e outros que as vezes se juntavam. Sinto saudades das tardes em que íamos todos ao cinema às Amoreiras. E passávamos lá a tarde. De subir a pé até lá acima. E voltar para casa no 101. Sinto saudades de quando íamos todos a pé para a escola, parando à vez em cada sitio e ver chegar mais um: primeiro a Sandra, depois o Jorge e o Hugo, o Dani e o Luis, depois a Susana e as vezes o Alexandre, e depois o Ricardo.

Sinto saudades das vizinhas lá do pátio.

Sinto saudades das filas intermináveis para entrar nas piscinas e lá passar o dia.

Sinto saudades das idas com os avós a Viseu.

Sinto saudades dos tempos em que julgava que aqueles amigos eram para a vida toda.

Sinto saudades do tempo em que eu era apenas eu.

Sinto saudades dos pequenos almoços em Belém com as colegas da faculdade: a Sílvia e a Ana.

Sinto saudades dos dias em que comecei a namorar com o meu marido. Das borboletas que tudo aquilo me dava. Sinto saudades de percorrer Paris de uma ponta a outra com ele. De festejar nas ruas de Paris, os dois, a passagem de ano.

Sinto saudades de ver a minha menina pequenina. Do cheiro de bebé dela.

 

Sinto saudades do tudo o que me fez bem.

 

 

 

 

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Constatações

por Ana, em 03.05.18

Esta semana ando assim um bocado azamboada.

Não sei se foi do feriado.

Não sei se é do tempo fora de tempo.

Não sei se é de mim.

Não sei se é dos outros.

 

Ás vezes sinto isto.

O peso da rotina a cair nos ombros.

O pensar "Ok, o fim de semana está já aí. Mas o que vai ser o fim de semana, senão mais do mesmo?"

"Então, faz tu diferente"

Pois.

Mas não me apetece.

 

A pasmaceira instalou-se.

E não sei bem se a quero mandar embora.

Ou ficar com ela.

 

[Em jeito de observação rápida, pois não houve pachorra para escrever grande post sobre isso, e vocês também já devem estar fartinhos: o mês de Abril foi igualmente ativo, cumprindo os dois desafios a que me propus: 100 km por mês e 200 000 passos por mês. Vai na volta é por isso que agora estou mole. Será?! ]

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